O que achou do final da novela Vale Tudo? Respostas de 844 leitores:
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O Maracanã será o palco do grande jogo da 29ª rodada do Brasileirão. Flamengo e Palmeiras se enfrentam neste domingo (19/10), às 16h (horário de Brasília), em um duelo direto pela liderança — e com um tabu em jogo: o Alviverde não vence o Rubro-Negro fora de casa desde 2016.
Em busca de seguir vivo na briga pelo título, o Rubro-Negro aposta na força do Maracanã e em uma longa invencibilidade em casa diante do rival paulista.
Confira as odds atualizadas e veja boas opções de apostas para o clássico deste domingo.
Flamengo vai manter invencibilidade contra o Palmeiras?
- Flamengo: Odds* 2.02 na Superbet
- Empate: Odds* 3.10 na Superbet
- Palmeiras: Odds* 4.35 na Superbet
O Flamengo entra em campo defendendo uma longa invencibilidade dentro de casa contra o Palmeiras.
O Rubro-negro não sabe o que é perder como mandante para o rival desde 2016. Nos últimos nove jogos, foram cinco vitórias e quatro empates.
Veja os últimos nove jogos do Flamengo como mandante contra o Palmeiras
- 11/8/2024 – Flamengo 1×1 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2024
- 31/7/2024 – Flamengo 2×0 Palmeiras – Oitavas de final Copa do Brasil 2024
- 8/11/2023 – Flamengo 3×0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2023
- 20/4/2022 – Flamengo 0x0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2022
- 30/5/2021 – Flamengo 1×0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2021
- 21/1/2021 – Flamengo 2×0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2020
- 1/9/2019 – Flamengo 3×0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2019
- 27/10/2018 – Flamengo 1×1 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2018
- 19/7/2017 – Flamengo 2×2 Palmeiras – Campeonato Brasileiro 2017
A última vez que o Palmeiras conseguiu vencer o Flamengo como mandante foi no dia 5 de junho de 2016, pelo Campeonato Brasileiro.
Na ocasião, com o jogo sendo disputado no Mané Garrincha, o Verdão ganhou por 2 a 1, com gols de Gabriel Jesus e Jean.
Gabriel Jesus anotou o gol da vitória por 2 a 1 no Mané Garrincha (Alamy Live News)
Palmeiras vai seguir com bom desempenho ofensivo?
- Palmeiras faz ao menos um gol gol: Odds* 1.64 na Superbet
O Palmeiras vem em uma sequência de 15 gols nos últimos quatro jogos, o que dá uma média de quase quatro por confronto.
A equipe de Abel Ferreira soma 51 no Campeonato Brasileiro, atrás apenas do Flamengo, que tem 53.
Apesar disso, nos últimos nove jogos contra o Flamengo no Maracanã, foram apenas quatro gols marcados, sendo que em seis confrontos o Alviverde não conseguiu balançar as redes.
Qual time será campeão?
- Palmeiras campeão: Odds* 1.65 na Superbet
- Flamengo campeão: Odds* 2.10 na Superbet
Na liderança da competição e com três pontos a mais que o Flamengo, o Palmeiras tem a vantagem de possuir duas vitórias a mais que o rival (19 a 17).
Ou seja, mesmo que seja derrotado no Maracanã, o Verdão segue na liderança do Brasileirão.
Como chegam as equipes
O Palmeiras entrou em campo na última quarta-feira (15) e conseguiu uma vitória de virada contra o Red Bull Bragantino, dentro do Allianz Parque.
Com gols de Bruno Fuchs, Vitor Roque, duas vezes, Felipe Anderson e Flaco López, o Alviverde venceu o Massa Bruta por 5 a 1.
Também na quarta-feira, o Flamengo visitou o Botafogo no Nilton Santos e ganhou por 3 a 0.
Os gols da equipe de Filipe Luís foram marcados por Pedro, Luiz Araújo e Gonzalo Plata.
Onde assistir Flamengo x Palmeiras
A partida entre Flamengo e Palmeiras, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, terá transmissão da TV Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada) e do Premiere (pay-per-view).
*Odds estão sujeitas a alterações. Última atualização em 16/10/2025
Generais aliados de Augusto Heleno apontam, nos bastidores, o que consideram como o principal erro do militar durante o governo Jair Bolsonaro.
Para generais contemporâneos de Heleno, o principal erro dele teria sido não ter deixado o governo após a entrada do Centrão na gestão Bolsonaro.
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O general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI no governo Bolsonaro
Hugo Barreto/Metrópoles
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Hugo Barreto/Metrópoles
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O presidente Jair Bolsonaro e o general Augusto Heleno
Andre Borges/Esp. Metrópoles
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Esses generais acreditam que, se tivesse entregado o cargo de ministro do GSI, Heleno teria se safado da condenação no chamado inquérito do golpe.
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Aos 77 anos de idade, o ex-ministro foi senteciado pela Primeira Turma do STF a 21 anos de prisão após condenação por participação na trama golpista.
Em razão da idade de Heleno, que também é general da reserva, a defesa do ex-ministro pretende pedir ao Supremo que ele cumpra a pena em prisão domiciliar.
Democracia ou saturação? Copa do Mundo de 2026 deve diluir ou amplificar o futebol
A Copa do Mundo de 2026 se aproxima sob um formato inédito, com 48 seleções e 104 partidas distribuídas entre Estados Unidos, México e Canadá. A expansão promete democratizar o futebol, dando espaço a países antes ausentes do torneio, mas também levanta questionamentos sobre a qualidade técnica e a identidade cultural do esporte. Entre oportunidades e riscos, a competição se apresenta como um teste para medir até que ponto o futebol globalizado pode equilibrar inclusão e excelência.
Expansão e debates técnicos
A ampliação do torneio suscitou debates entre técnicos e especialistas. Ao mesmo tempo em que a expansão desperta entusiasmo em parte do meio esportivo, ela também gera apreensão. O ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, que comandou a entidade por quase duas décadas, classificou a atual linha de gestão como “uma comercialização excessiva do jogo, tentando espremer cada vez mais o limão”, em entrevista reproduzida por veículos como UOL e TN Online. Para ele, o futebol corre o risco de perder o que o tornava universal justamente por querer ser global demais.
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A crítica ao inchaço do calendário e à exaustão dos atletas também é compartilhada por outros nomes de peso. Em abril de 2023, o técnico Roberto Mancini, então comandante da Itália, afirmou à AFP que o aumento de participantes “risca exaurir os jogadores de alto nível” e que, em vez de ampliar o torneio, precisa mesmo é de uma redução para que os jogadores de elite possam respirar um pouco. A declaração ecoa uma preocupação crescente entre os treinadores europeus, que veem na sobrecarga física e emocional uma ameaça à qualidade técnica das grandes competições.
Na contramão dessas críticas, o atual presidente da Fifa, Gianni Infantino, insiste que a ampliação é o caminho certo. Em declaração pública, publicada em veículos como The Guardian e ESPN, ele defendeu que “com 48 países participando desta Copa do Mundo, será algo incrível” e que “não há nada maior, em termos de impulsionar o futebol em um país, do que participar de uma Copa do Mundo”. Segundo ele, o formato ampliado permitirá que novas nações experimentem o impacto social e esportivo do torneio, fortalecendo o desenvolvimento global do jogo.
Democratização x qualidade
Mas nem mesmo dentro da estrutura da Fifa há consenso. O presidente da Confederação Asiática de Futebol, Sheikh Salman bin Ibrahim Al Khalifa, afirmou ao Morocco World News que “pessoalmente, não concorda” com novas expansões e alertou: “Se essa questão permanecer aberta, alguém poderá pedir 132 seleções. Aonde vamos parar? Viraria um caos.” O contraste entre visões evidencia o dilema que acompanha a globalização do futebol: onde termina a inclusão e começa a diluição?
Enquanto a ampliação é vista como uma oportunidade de democratizar o futebol, dando espaço para seleções menores, a crítica é de que isso pode comprometer o equilíbrio técnico da competição. Especialistas alertam que a diferença entre equipes tradicionais e emergentes pode gerar partidas desiguais, levantando a questão: mais seleções significam mais chances ou apenas mais saturação?
Impacto comercial e visibilidade global
O torneio triplo representa uma expansão estratégica do futebol nas Américas do Norte e Central, com repercussões comerciais significativas. A Copa de 2026 é a primeira organizada por três países, o que amplia receitas com bilheteria, patrocínios e direitos de transmissão. Ao mesmo tempo, a exposição global aumenta a pressão sobre as seleções, que precisam alinhar desempenho esportivo e marketing.
A Copa do Mundo de 2026 poderá ser a maior da história, e talvez também a mais controversa. O torneio que promete democratizar o futebol pode, paradoxalmente, transformar o espetáculo em um produto saturado. As recentes declarações de Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, serviram como ponto de partida para essa reflexão. O italiano afirmou à Fifa que espera uma competição “cada vez mais global” e “muito equilibrada, com seleções ótimas e os melhores jogadores”, ressaltando que o novo formato pode ampliar o alcance do futebol no mundo.
Homogeneização do estilo de jogo
A globalização do futebol intensifica a adoção de modelos táticos europeus, criando uma padronização de estilo em muitas seleções. Embora isso facilite o acompanhamento do esporte para torcedores e analistas, há preocupação com a perda de características locais, culturais e históricas que moldam a identidade de cada país dentro do futebol.
Perspectiva brasileira
Para seleções como o Brasil, o debate tem um peso simbólico. Há 24 anos sem erguer a taça, o país chega ao Mundial sob o comando de Ancelotti, que reconhece a “grande responsabilidade de fazer o Brasil voltar a vencer”. Mas a missão do treinador vai além de resultados: será testar se ainda é possível preservar a alma do futebol em meio à industrialização do espetáculo.
Para o Brasil, a Copa de 2026 representa tanto desafio quanto oportunidade. Ancelotti enfatizou que “tudo que os brasileiros querem é voltar a ganhar” e que sua experiência no Real Madrid permitiu trazer uma abordagem de trabalho europeu. A seleção entra no torneio com a expectativa de equilibrar tradição, talento globalizado e pressão por resultados imediatos.
Quanto menor a expectativa, maior o poder do que surpreende
A Copa de 2026 pode nascer com o risco do inchaço técnico, devido excesso de jogos e saturação. O novo formato parece projetado para diluir o encantamento que antes era raro e intenso. Com tantas seleções e um número crescente de confrontos, é fácil prever um Mundial arrastado, repleto de duelos previsíveis e de equipes que parecem apenas participar de um espetáculo que não lhes pertence.
Mas é justamente aí, no terreno do improvável, que mora a chance de um novo fascínio. Porque quando a lógica parece dominada, o imprevisto ganha força. E se, entre tantas partidas, surgir uma história que ninguém esperava? Uma zebra épica, um talento anônimo, uma seleção que se reinventa. É aí que esse excesso poderá se transformar em potência.
Talvez o encanto do futebol esteja justamente nisso: na possibilidade de que o banal se torne lendário. De que, no meio do ruído e da repetição, uma faísca ainda acenda algo que ninguém previu. A Copa que muitos temem ser a mais saturada pode acabar sendo a mais humana. Aquela que, ao perder o controle, reencontra o próprio sentido de maravilhar.
A Copa de 2026 será, portanto, um laboratório da imprevisibilidade. Num torneio com tantas seleções e cenários improváveis, o risco de saturação pode se converter em uma reinvenção do próprio encanto. O que hoje parece excesso pode, nas histórias que escapam do roteiro, devolver à Copa o que ela tem de mais valioso: o poder de surpreender o mundo quando o mundo já acredita ter visto de tudo.
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Vera Fischer celebra nova fase no teatro e destaca a importância de continuar em cena
Após ser visto por mais de 50 mil pessoas e passar por 25 cidades brasileiras, o espetáculo “O Casal Mais Sexy da América” chegou ao Rio de Janeiro para uma curta temporada no Teatro Clara Nunes, depois de uma elogiada passagem por São Paulo. Em entrevista exclusiva ao portal LeoDias, Vera Fischer, estrela da produção ao lado de Leonardo Franco e Vitor Thiré, fala sobre o humor, as reflexões e os recomeços que a comédia romântica traz aos palcos.
Dirigida por Tadeu Aguiar e baseada no texto do premiado roteirista norte-americano Ken Levine, a peça mistura humor inteligente, romance e crítica social ao abordar temas como envelhecimento, igualdade de gênero e ética no trabalho. Vera conta que o que mais a encantou na proposta foi a confiança na equipe e a identificação com o tema.
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“Aceitei fazer porque, em primeiro lugar, tenho muita confiança no diretor e no Eduardo Bach, que são os dois produtores, fizemos uma outra peça, ‘Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito’, que foi um sucesso extraordinário. Além disso, quando li o texto, vi que era algo muito atual, que fala sobre o momento que vivemos”, ressalta.
“Essa coisa dos atores que foram muito famosos quando jovens e que, ao chegar numa certa idade, 60, 70 anos — no meu caso, quase 74 —, têm dificuldade de conseguir ser chamados para trabalhos importantes. É justamente o que a minha personagem, Susan, fala no texto, e o personagem do Leonardo Franco, que também foi um ator muito famoso. Acho que isso foi uma das coisas que mais me chamou atenção à primeira vista”, completa a veterana.
“Amo minha solitude”
Na trama, Susan White é uma atriz que reencontra um antigo amor e revisita o passado. Apesar das semelhanças, Vera garante que leva uma vida bem diferente da personagem. “A Susan passou por problemas muitos sérios. Ela é uma mulher sozinha, sem filhos, e a única coisa importante para ela é a carreira. Ela sente que está perdendo isso. Mas, quando reencontra o personagem do Leo, eles revivem uma paixão antiga. Na época, eles eram casados e nunca tiveram nada, mas ficou uma paixão meio guardada. A Vera não tem isso (risos)”, diz.
“A Vera casou duas vezes, vivi relacionamentos longos. E não espero encontrar um amor como a Susan encontrou. Gosto de viver sozinha, estou aprendendo. Depois da pandemia, meus filhos foram morar sozinhos, adotei dois gatos e tenho um amor muito grande por minha solitude — eu leio meus livros, vejo meus filmes, arrumo minhas plantas, cozinho. Acho que estou nessa vibe. Agora, nunca se sabe, né? Vai que um dia eu encontro alguém e a gente vire namorado (risos). Cada um na sua casa, mas impossível não é”, continua.
O desafio do etarismo
O espetáculo também levanta debates sobre etarismo e reinvenção, temas que, segundo a atriz, são cada vez mais urgentes. “Fica muito claro na peça como as pessoas têm dificuldade em lidar com o envelhecimento — e isso não acontece só com atores. Em várias profissões, as pessoas também sofrem esse preconceito. Tanto mulheres quanto homens. E existe também outros problemas de cunho amoroso”, pontua.
“Normalmente, um homem mais velho consegue namorar uma mulher mais jovem, mas o contrário ainda é difícil. O importante é que duas pessoas se encontrem na mesma idade, e isso acontece na peça. A gente discute essa maturidade, tanto na carreira quanto no amor. O público tem gostado muito e vem nos contar, depois da peça, que também passam pelas mesmas situações. É muito interessante”, emenda.
“Sempre fui livre — e isso é uma faca de dois gumes”
Aos 73 anos, Vera Fischer segue sendo referência de elegância, talento e liberdade, e reflete com serenidade sobre o papel da mulher madura na arte. “Um dia, descobri que eu tinha talento. E a elegância vem de dentro, vem do ser humano. Claro que há também a elegância no vestir, no se apresentar, no conduzir a sua vida. E liberdade, sempre fui livre. Sempre! Mas é uma faca de dois gumes, porque quando você é livre, pode fazer o que quiser — e nem sempre acerta”, fala.
“Ainda assim, acho que estou conseguindo, aos poucos, entender que a maturidade me trouxe coisas muito boas. Antes, eu não tinha experiência, não tinha idade. Tudo que aconteceu na minha vida virou um arquivo dentro de mim — de sentimentos, de cultura, de aprendizado. E uma mulher madura, que tem tudo isso, pode usar com muita força. É o que faço hoje em dia”, afirma a veterana.
Paixão pelo teatro
Mesmo com uma carreira marcada por grandes papéis no cinema e na TV, Vera diz que é o teatro que mais a desafia e a completa. “Na televisão, fiz muito sucesso, durante muitos anos. Fui protagonista de todas as novelas e de todas as séries, e eu fui muito feliz, porque foram personagens muito bons, com muita força, cada um diferente do outro. Vivi muito bem a minha fase televisiva, tive muita sorte”, salienta.
“Mas o palco me desafia o tempo todo porque é ao vivo. E eu amo isso! Sou dona daquilo tudo, naquele momento — do palco, da luz, do cenário, da plateia, da minha voz, do texto. Aquela uma hora e pouco em que estamos no palco, sou dona de tudo, e isso me dá uma felicidade e uma força”, comemora.
Para a famosa, o teatro é o lugar mais revelador. “Eu posso estar doente, mas subo no palco e faço a peça. O teatro é o lugar mais fantástico, surpreendente e novo, onde você pode criar porque está ao vivo, não tem corte. Amo, realmente! Amo fazer cinema também, mas são coisas diferentes. E o teatro me dá muita segurança. Amo estar no palco!”, emenda a estrela.
Sobre dividir a cena com Leonardo Franco, a atriz se mostra encantada com a parceria: “Trabalhar com o Léo é uma novidade. Nunca tínhamos trabalhado juntos, mas temos uma forma muito bonita de representar. Há um respeito muito grande um pelo outro. Acho que fazemos um par que quem vê de longe pensa: ‘Esse casal poderia mesmo ser chamado de o mais sexy da América’. A gente troca muito, confia muito um no outro, e isso é maravilhoso. Tomara que a peça tenha uma longa vida, porque nós estamos nos dando muito bem e o público gosta muito”.
Ela também fala com carinho sobre o trabalho com Tadeu Aguiar, diretor da montagem: “Sou uma atriz cômica e dramática trágica, mas não canto, então não posso fazer os musicais do Tadeu, que eu adoraria (risos). De qualquer forma, ele sabe exatamente como me dirigir, porque é ator, cantor, toca piano, faz tudo. Às vezes, quando não estou entendendo o que ele quer, ele sobe no palco, faz a cena e mostra. Aí, tudo fica mais fácil e engraçado. Não é que eu vou copiar o que ele faz, mas ele me dá uma linha que fica mais fácil a compreensão. Ele me dá dicas perfeitas, que eu pego e não largo mais (risos)”.
“Não quero repetir o que já fiz”
Vera Fischer finaliza refletindo sobre os recomeços — tema central da peça e também de sua trajetória. “Sou uma atriz que já escreveu livros, pintou quadros, fez filmes trash no sítio, escrevi poesia (…) Sou uma atriz muito curiosa e certo ponto perfeccionista. Quero acertar no que faço, então não poderia parar de trabalhar como artista, não agora. Claro que, aos 73 anos, a gente precisa cuidar da saúde, descansar às vezes, mas o principal é ter cuidado com a saúde para estar no palco inteira. Não tenho a menor vontade de parar de trabalhar”, diz.
“Tenho mil ideias e todas são recomeços. Às vezes, são convites, outras vezes, ideias minhas. Só sei que não quero repetir o que já fiz. Quero sempre recomeçar, fazer coisas novas, testar. Se não der certo, não deu — mas eu sempre vou fazer. E isso, como eu costumo dizer, é o que me mantém viva”, conclui.
Conheça Raye, a cantora que hackeou a indústria musical e virou hit sem gravadora
Cadê meu marido?! Essa é a singela pergunta que Raye faz no começo do hit “Whers’s My Husband” que tomou as paradas e as redes sociais com virais. Quanto à cantora, você a deve conhecer por outra canção muito famosa, “Escapism”, mas as músicas de sucesso são apenas a ponta do iceberg dessa artista britânica que ganha cada vez mais atenção, e com muita justiça. Conheça Rachel Keen, que virou a indústria de cabeça para baixo ao alcançar o estrelato como artista independente.
Apesar de ter apenas 27 anos, Raye já está no meio musical há muitos anos. Antes de estourar como cantora, ela foi uma das compositoras mais desejadas de todo o Reino Unido. Com canções escritas para artistas como Beyoncé, Jennifer Lopez, Charli XCX e Little Mix, Raye possui um catálogo extenso de hits escritos.
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A britânica de origem suíça e ganesa é um daqueles casos de quem se descobre artista ainda muito cedo. Com aulas de piano, sua primeira composição foi feita aos 10 anos de idade. Ao longo da adolescência, recebeu apoio para buscar oportunidades.
Ainda com 13 anos, ela tentou participar do reality “Brittain’s Got Talent”, e não conseguiu. Sua primeira oportunidade real veio pela Polydor, gravadora conhecida no Reino Unido, e ainda apadrinhada por Olly Alexander, do Years & Years.
Porém, seu período na gravadora foi traumático e pouco proveitoso. Raye foi ato de abertura de alguns artistas em turnês pela Inglaterra, como Khalid e Jess Glyne. A cantora, que possui um timbre diferenciado e referências de jazz, foi submetida a ser apenas uma compositora, desperdiçando seu enorme talento.
Após diversos adiamentos de seu primeiro álbum e promessas vazias, Raye tomou a corajosa decisão de se tornar artista independente antes mesmo de ter seu primeiro hit. O que parecia ser o sepultamento de sua jovem carreira, foi o que a catapultou.
Com total controle criativo, a artista começou a lançar singles que viriam a integrar o álbum “My 21st Century Blues”, sucesso de crítica e venda. Dentre estas apostas estava “Escapism”, hit absoluto de pop trap que dominou as paradas em 2023. Com uma letra forte e refrão viciante, Raye se colocou como uma das principais artistas do mundo naquele momento. Atualmente, a canção possui mais de 1 bilhão de streams apenas no Spotify.
A era rendeu frutos. Além de diversos prêmios voltados para artistas independentes, Raye foi o grande nome do Brit Awards em 2024, o Grammy britânico. Na cerimônia, bateu o recorde de cantora mais premiada em uma única noite, incluindo Artista do Ano, Canção do Ano e Álbum do Ano.
A aclamação seguiu firme e forte. No Grammy de 2025, por exemplo, foi indicada à Artista Revelação e Compositora do Ano. No VMA, venceu Melhor Kpop por sua parceria com Doja Cat e Lisa, do Blackpink.
Após o sucesso de “Whers’s My Husband”, Raye está com tudo para dar o início para sua nova era, que promete ser marcante. Como artista independente, a britânica alcançou feitos difíceis até para quem possui uma enorme gravadora por trás.
Quando Sérgio Hinds formou O Terço, no início dos anos 1970, o Brasil começava a descobrir o rock progressivo — mas o guitarrista já sonhava em algo mais amplo: um som que unisse virtuosismo, poesia e brasilidade. Décadas depois, esse espírito ainda o acompanha. “A música é o que me move. Cada nota é uma busca por sentido”, contou o músico ao Metrópoles.
Em 25 de outubro, ele se apresenta no Festival Estilo Brasil, em Brasília, ao lado de Lô Borges e Beto Guedes, revivendo a parceria simbólica entre o rock do O Terço e a sutileza harmônica do Clube da Esquina. “Quando o Flávio Venturini entrou na banda, levou consigo o DNA mineiro. Essa conexão sempre esteve presente — e agora vai florescer no palco.”
A apresentação promete unir energia e nostalgia, com arranjos que cruzam fronteiras entre o erudito e o popular. “O rock progressivo e a música mineira têm muito em comum: o desejo de liberdade. Esse show é sobre isso.”
Sérgio também vê o encontro como uma oportunidade de diálogo com o público mais jovem. “Há muita gente redescobrindo O Terço nas plataformas digitais. É bonito perceber que o som ainda encontra novos ouvidos.”
Com cinco décadas de estrada, ele encara cada apresentação como um novo começo. “A música é uma linguagem que nunca envelhece. Enquanto eu puder tocar, estarei contando a minha história.”
O Festival Estilo Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo, patrocínio dos cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles, com produção da Oh! Artes.
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Programação:
Fagner
24 de outubro
Lô Borges, Beto Guedes e Sérgio Hinds
Turnê: Esquinas & Canções
25 de outubro
Martinho da Vila
31 de outubro
Tim Bernardes
8 de novembro
Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos
Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos
21 de novembro
Caetano Veloso
11 de dezembro
Festival Estilo Brasil
Local: Ulysses Centro de Convenções
Ingressos: Bilheteria Digital
Henrique Fogaça é muito mais do que um chef de cozinha renomado, ele é também um empresário que construiu um império gastronômico com marcas como o restaurante Sal Gastronomia e a rede de hamburguerias Cão Véio. Próximo convidado do Metrópoles Talks, o chef vai dividir com o público sua visão sobre empreendedorismo, contando o que acredita ter sido essencial para alcançar o sucesso em seus negócios: gestão sólida, propósito e coragem para recomeçar sempre que necessário.
Em entrevista à Exame, o jurado do Masterchef Brasil explicou sobre o olhar que tem dos seus empreendimentos na hora de crescer. “Entendemos que não é possível crescer sem antes organizar a casa. É preciso olhar de perto as unidades em funcionamento, aumentar o faturamento delas e garantir que o atendimento tivesse o mesmo padrão em todos os lugares”, contou.
O resultado veio em forma de consistência e solidez: marcas mais maduras, preparadas para expandir com responsabilidade e foco na qualidade a longo prazo. “Vale ajustar a gestão e fortalecer a marca”, completou o chef.
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Fogaça compartilha essas experiências como lições de vida e de gestão, mostrando que a cozinha e o empreendedorismo têm mais em comum do que parece: ambos exigem disciplina, planejamento e sensibilidade.
Ele será um dos convidados do Metrópoles Talks, que acontece no dia 28 de outubro, em São Paulo, e promete inspirar o público com histórias reais sobre superação, propósito e a arte de crescer com os pés no chão.
Metrópoles Talks
O Metrópoles Talks é o braço de palestras do maior portal de notícias do Brasil. Um espaço no qual mentes brilhantes compartilham ideias, experiências e visões que inspiram e provocam reflexões.
Grandes nomes já estiveram presentes no projeto de palestras do Metrópoles. Em São Paulo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes convidou o público a refletir sobre a jornada da vida sob um ângulo surpreendente. Antes dela, a capital paulista reuniu Ingrid Guimarães e Glenda Kozlowski em um bate-papo bem-humorado e informativo sobre a chegada da menopausa.
O último nome que se apresentou no ciclo de conversas em Brasília foi a escritora best-seller Carla Madeira. Em março, a campeã mundial, finalista olímpica e empresária Hortência compartilhou insights importantes sobre comprometimento, preparação, concentração e foco.
Em dezembro de 2024, a fisioterapeuta, sexóloga, especialista em sexualidade feminina e youtuber Cátia Damasceno compartilhou os bastidores de décadas de atendimentos no consultório e trouxe histórias com as quais muitas pessoas se identificam.
Em outubro, o advogado Samer Agi contou os segredos para criar um discurso que conecta a audiência ao orador. Em agosto, o psicólogo Rossandro Klinjey e a jornalista Daniela Migliari abordaram autoconhecimento e gestão das emoções. Em junho, foi a vez de o navegador Amyr Klink promover uma conversa cheia de reflexões sobre a busca pela felicidade em meio às tempestades da vida.
Henrique Fogaça – Lições de uma vida sem receita pronta
Data e horário: 28 de outubro, às 20h
Duração: 1h30
Classificação: 14 anos
Local: Teatro Bravos, na rua Coropé, 88 – Pinheiros
Ingressos: Sympla
O Festival Estilo Brasil reserva um grande encerramento para sua edição de 2025: Caetano Veloso sobe ao palco do Ulysses Centro de Convenções, em Brasília, no dia 11 de dezembro, em um espetáculo que promete unir gerações em torno de um dos nomes mais influentes da música brasileira.
Depois da turnê com Maria Bethânia, que atraiu mais de meio milhão de pessoas em estádios e arenas, Caetano volta aos palcos em formato solo, reafirmando a vitalidade artística aos 82 anos.
O show em Brasília reunirá clássicos como “Branquinha”, “Vaca Profana” e “Não Enche”, além de faixas recentes como “Anjos Tronchos”, do álbum “Meu Coco” (2021).
O público também poderá ouvir a inédita “Uma baiana”, definida pelo próprio cantor como “uma oração para esse clima de 3ª Guerra Mundial que o mundo está vivendo”.
Com mais de 60 anos de carreira, Caetano segue reinventando a presença nos palcos e ampliando o diálogo com o público jovem — seja por meio da experimentação sonora, seja pela força da poesia e pelo olhar político que atravessa a obra desde os anos 1960.
No Estilo Brasil, o artista promete um repertório vibrante e cheio de simbolismo, em que o passado e o presente da música brasileira se encontram.
Um show de celebração e resistência, que reafirma Caetano Veloso como um dos maiores criadores da história da canção.
O Festival Estilo Brasil tem oferecimento do Banco do Brasil Estilo e patrocínio dos cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles, com produção da Oh! Artes.
Os ingressos estão disponíveis no site da Bilheteria Digital.
Programação:
Fagner
24 de outubro
Lô Borges, Beto Guedes e Sérgio Hinds
Turnê: Esquinas & Canções
25 de outubro
Martinho da Vila
31 de outubro
Tim Bernardes
8 de novembro
Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos
Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos
21 de novembro
Caetano Veloso
11 de dezembro
Festival Estilo Brasil
Local: Ulysses Centro de Convenções
Ingressos: Bilheteria Digital
Martinho da Vila sempre fez do samba um espelho da sociedade — e poucos discos mostram isso com tanta força quanto “Rosa do Povo”, lançado em 1976.
Inspirado no poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, o álbum é um dos momentos mais poéticos e politizados da discografia do sambista.
Em 2025, o Brasil volta a celebrar essa obra no palco do Festival Estilo Brasil, em Brasília, quando Martinho se apresenta em 31 de outubro.
Produzido por Rildo Hora e lançado com arte de Elifas Andreato, “Rosa do Povo” foi gestado no auge da ditadura militar e traduziu o olhar social de Martinho.
Canções como “Não Tenha Medo”, “Amigo” e “João e José” ecoavam mensagens de coragem e crítica, disfarçadas na cadência suave do partido-alto.
“São demais os perigos desta vida”, canta ele, citando Vinícius de Moraes, em um verso que parece dialogar com a atualidade.
O álbum não teve o mesmo sucesso comercial de “Maravilha de Cenário” (1975), mas se tornou um marco artístico, combinando samba-enredo, poesia e política em uma mesma batida.
Foi ali que Martinho reafirmou o samba como ferramenta de reflexão — uma arte que observa o país sem perder o balanço.
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O poeta da Vila
No palco, Martinho segue o mesmo roteiro de vida: cantar o Brasil com ternura e lucidez.
Quando subir ao palco do Festival Estilo Brasil, trará consigo essa herança — a do sambista que transformou a palavra em canto e a luta em poesia.
“Rosa do Povo” é o retrato de um artista que fez da leveza uma forma de resistência. E o público, mais uma vez, vai cantar junto.
Para garantir seu lugar, adquira seus ingressos no site da Bilheteria Digital.
O evento tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo, patrocínio dos cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles, com produção da Oh! Artes.
Programação:
Fagner
24 de outubro
Lô Borges, Beto Guedes e Sérgio Hinds
Turnê: Esquinas & Canções
25 de outubro
Martinho da Vila
31 de outubro
Tim Bernardes
8 de novembro
Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos
Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos
21 de novembro
Caetano Veloso
11 de dezembro
Festival Estilo Brasil
Local: Ulysses Centro de Convenções
Ingressos: Bilheteria Digital
A Polícia Federal (PF) identificou uma frota milionária de carros de luxo que pertence ao grupo de jovens ricaços que controlavam de quatro associações investigadas por envolvimento na farra dos descontos indevidos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), revelada pelo Metrópoles.
No último dia 9/10, esse grupo foi alvo da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela PF contra o esquema que teria desviado até R$ 6,3 bilhões dos contracheques de milhões de aposentados do país. Na ocasião, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a busca e apreensão de 29 carrões rastreados pelos investigadores na Grande São Paulo.
Entre os veículos registrados nos nomes dos investigados por envolvimentos nas fraudes do INSS estão uma Ferrari, cinco BMWs e 16 Porsches. Em levantamento feito pela reportagem com base na tabela de preços de carros da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a frota de luxo é avaliada em pelo menos R$ 27,7 milhões.
Os carros pertencem a empresários, familiares ou empresas ligadas às entidades Amar Brasil Clube de Benefícios (Amar Brasil), Master Prev, Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas (ANDAPP), a Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista (ASAAP).
Juntas, essas associações arrecadaram R$ 700 milhões com descontos de mensalidade associativa de aposentados e pensionistas do INSS.
Como mostrou o Metrópoles, essas entidades são controladas pelos empresários Américo Monte Junior, Anderson Cordeiro, Felipe Macedo Gomes e Igor Dias Delecrode. As associações contrataram a empresa Soluções Power BI, de Delecrode, para fraudar a biometria e assinatura de novos filiados.
A maior parte dos carros alvo da busca e apreensão está registrada em nome de Felipe Gomes, de parentes dele, ou de alguma de suas empresas. Segundo a PF, Gomes foi presidente da Amar Brasil e é apontado como “o principal operador financeiro do grupo”. Ele nega as acusações.
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A corporação não detalhou a quem pertencem os bens apreendidos
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O material recolhido será submetido à perícia.
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Uma moto Ducati, considerada a Ferrari das motos, também foi apreendida
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Entre os veículos estão um Mini Cooper e um Jeeps
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Uma ferrari foi encontrada no endereço
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A frota de carros de luxo foram apreendidas em nova fase da Operação Sem Desconto nesta quinta-feira (9/10)
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A apreensão ocorreu em nova fase da Operação Sem Desconto
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Os veículos foram apreendidos nesta quinta-feira
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Cédulas, eletrônicos e armas também foram apreendidos
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As ações ocorreram em oito estados e no Distrito Federal, totalizando 66 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF)
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Assim como seus sócios, o empresário ostenta roupas de estilistas famosos, relógios de luxo e carros esportivos. A vida de Gomes, porém, nem sempre foi assim, segundo a PF. Antes do auge da Farra do INSS, entre 2023 e 2024, ele tinha uma “realidade patrimonial modesta”. Como exemplo, os investigadores citam que ele possuía em seu nome apenas um GOL GTS, de 1993, e um Fiat Linea 20 anos mais novo.
“Até alguns anos atrás, Felipe possuía apenas um FIAT/LINEA 2013 e um VW/GOL GTS 1993, uma realidade patrimonial modesta em comparação aos carros de luxo registrados em seu nome nos últimos três anos. Essa evolução patrimonial é compatível com a condição de suposto beneficiário de milhões de reais desviados pela Amar Brasil Clube de Benefícios, organização utilizada para realizar descontos indevidos em milhares de aposentadorias no país”, diz a PF.
O Metrópoles também mostrou que em um “testemunho”, numa igreja evangélica de Alphaville, bairro nobre de Barueri, na Grande São Paulo, Gomes atribuiu os ganhos da época da farra à “mão de Deus”. Segundo um pastor dessa igreja, ele doou uma BMW ao religioso, mas depois pediu o carro de volta.
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Relação com ex-ministros
Felipe Gomes também tem um elo com dois ex-ministros da Previdência do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A família dele tem uma amizade antiga com parentes de José Carlos Oliveira, que também comandou o INSS e depois mudou o nome para Ahmed Mohamad Oliveira.
O tio de Felipe foi morto junto com um primo de Oliveira ao sair de um restaurante de alto padrão na zona sul de São Paulo, em 2013. Eles foram fuzilados com 50 disparos. O crime selou um elo entre as vítimas que durou até os dias de hoje. Na época da farra dos descontos indevidos, Oliveira e Gomes se reuniam com frequência em restaurantes na capital paulista.
Felipe Gomes também fez uma doação de R$ 60 mil para a campanha do ex-ministro da Previdência Onyx Lorenzoni (PP), que concorreu ao governo do Rio Grande do Sul, em 2022. Para os investigadores, o repasse não teve relação com a Farra do INSS. Onyx nega qualquer irregularidade na doação, bem como envolvimento nas fraudes.
“Trata-se de doação de pessoa física, registrada junto ao TSE, para campanha eleitoral de Onyx Lorenzoni, deputado federal na época dos fatos. Logo, cuida-se de fato sem qualquer relação com os delitos ora investigados no presente apuratório, que estão relacionados a descontos indevidos em aposentadorias do INSS”, afirma a PF.
O Metrópoles apurou que Gomes cogitou entrar para a política e a doação a Onyx era parte deste plano. No entanto, as associações de aposentados se tornaram um negócio muito lucrativo, o que fez Felipe Gomes se concentrar na vida empresarial.
Veja os carrões dos jovens ricaços
- Ferrari F8 Spider — 2021/2022 — R$ 3.944.850
- M.Benz AMG G63 4M — 2023/2024 — R$ 2.032.848
- LR RR PHEV SV — 2023/2025 — R$ 1.852.194
- Porsche Cayenne GT CP — 2024/2024 — R$ 1.352.901
- M.Benz AMG GT BS — 2021/2022 — R$ R$ 1.346.802
- Porsche Cayenne CP PHE — 2024/2024 — R$ 1.287.000
- Porsche 911 Car 4GTS C — 2024/2024 — R$ 1.085.646
- Porsche 911 Car GTS CA — 2024/2024 — R$ 1.055.553
- Porsche 911 Carrera — 2023/2024 — R$ 911.746
- Porsche 911 Carrera T — 2023/2023 — R$ 861.670
- Porsche 911 Carrera — 2020/2021 — R$ 830.203
- Porsche 911 Carrera SC — 2023/2023 — R$ 820.215
- Porsche Cayenne SCPHEV — 2024/2024 — R$ 818.090
- Porsche Cayenne CP PHE — 2024/2024 — R$ 818.090
- Porsche 911 Carrera SC — 2021/2021 — R$ 814.443
- Audi RS6 AV 4.0TFSI — 2020/2021 — R$ 810.719
- BMW X6 M Competition — 2023/2023 — R$ 779.575
- Porsche Taycan 4S CT — 2023/2023 — R$ 662.893
- Porsche Macan GTS — 2023/2024 — R$ 643.504
- Porsche Cayenne CP PHE — 2023/2023 — R$ 641.772
- Porsche Boxster — 2023/2023 — R$ 587.100
- BMW X6 M Competition — 2023/2024 — R$ 579.972
- BMW X6 XDrive40i MSP — 2023/2024 R$ 579.972
- BMW M3 Competition — 2024/2025 — R$ 556.740
- Kia Carnival 3.5 EX — 2022/2024 — R$ 457.990
- Porsche Macan — 2023/2024 — R$ 473.125
- VW 24.280 CRM 6×2 — 2021/2025 — R$ 392.066
- BMW X4 XDrive30i — 2023/2025 — R$ 370.981
- Toyota Hilux SW4 SRX 4ARD — 2024/2025 — R$ 339.984
Com milhões de seguidores e uma forte presença digital, Monja Coen entende que estar nas redes sociais é também um ato de responsabilidade. Mais do que opiniões pessoais ou falas espontâneas, ela vê sua atuação como um canal de transmissão dos ensinamentos milenares do Budismo.
Em entrevista ao Metrópoles, a religiosa explicou que sua voz nas plataformas digitais é guiada pela tradição. “Sim, é uma responsabilidade estar nas redes sociais. Mas são os ensinamentos sagrados de Buda e do Zen que eu transmito”, contou.
E continua, explicando que não fala por ela: “Não sou eu, a menina filha da classe média, que discursa e comenta. É a herdeira dos ensinamentos de Buda, através dos Mestres Eihei Dogen e Keizan Jokin, fundadores da Ordem Soto Shu no Japão”, complementou.
A líder espiritual é a próxima convidada do Metrópoles Talks, que acontece no dia 31 de outubro, às 20h, no auditório da LBV.
Metrópoles Talks
O Metrópoles Talks é o braço de palestras do maior portal de notícias do Brasil. Um espaço no qual mentes brilhantes compartilham ideias, experiências e visões que inspiram e provocam reflexões.
Grandes nomes já estiveram presentes no projeto de palestras do Metrópoles. Em São Paulo, a médica Ana Claudia Quintana Arantes convidou o público a refletir sobre a jornada da vida sob um ângulo surpreendente. Antes dela, a capital paulista reuniu Ingrid Guimarães e Glenda Kozlowski em um bate-papo bem-humorado e informativo sobre a chegada da menopausa.
O último nome que se apresentou no ciclo de conversas em Brasília foi a escritora best-seller Carla Madeira. Em março, a campeã mundial, finalista olímpica e empresária Hortência compartilhou insights importantes sobre comprometimento, preparação, concentração e foco.
Em dezembro de 2024, a fisioterapeuta, sexóloga, especialista em sexualidade feminina e youtuber Cátia Damasceno compartilhou os bastidores de décadas de atendimentos no consultório e trouxe histórias com as quais muitas pessoas se identificam.
Em outubro, o advogado Samer Agi contou os segredos para criar um discurso que conecta a audiência ao orador. Em agosto, o psicólogo Rossandro Klinjey e a jornalista Daniela Migliari abordaram autoconhecimento e gestão das emoções. Em junho, foi a vez de o navegador Amyr Klink promover uma conversa cheia de reflexões sobre a busca pela felicidade em meio às tempestades da vida.
Entre o caos e a calma: como cultivar o equilíbrio – palestra com Monja Coen
Data e horário: 31 de outubro, às 20h
Local: Auditório da LBV, em Brasília
Ingressos: Bilheteria Digital
Classificação: Livre. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis.
Um programa cultural criará uma conexão especial no amor. Publique algo que traduza sua originalidade de uma forma útil, suas ideias serão validadas neste domingo.
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Desenhe um roteiro viável, a vontade será de avançar sem perder a leveza, mente curiosa com pés no chão. Tudo aberto para estudar, aprovar projetos, viajar e ampliar. Quais signos sentem mais dificuldade para economizar?
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Os doze signos do zodíaco são constelações de estrelas que estão na mesma posição e são visíveis do planeta Terra ao longo de todo o ano
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O signo de Áries é conhecido pelo senso de liderança, autonomia e pioneirismo, assim como pela sua coragem e autoconfiança
Arte/Metrópoles
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Os taurinos têm a terra como elemento e são conhecidos por gostar de aproveitar os prazeres da vida, como comer e dormir
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O signo de Gêmeos é comunicativo, sociável e inteligente
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Representado por um caranguejo, este signo pode ser mais reservado e cauteloso, protegendo suas emoções
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Os leoninos apresentam como características a criatividade, o carisma e a generosidade
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Conhecidos pelo senso de organização, os virginianos são determinados, trabalhadores e disciplinados
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O signo de Libra é regido pelo elemento ar e tem como características associadas a ele a sociabilidade, a inteligência e a capacidade de apreciar a beleza
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O signo de Escorpião é representado pelo animal de mesmo nome e tem o elemento de água como seu regente
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Sagitarianos também prezam pela autonomia, a liberdade e pela espontaneidade. Além disso, é um signo relacionado à impulsividade
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Os capricornianos também são trabalhadores, ambiciosos e práticos. Outras características são a busca pela estabilidade, segurança e a capacidade visionária
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Os aquarianos também têm uma energia mais mental, que confere algumas características relacionadas ao signo, como capacidade analítica, lógica e objetiva
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Representado por dois peixes, o último signo do zodíaco é conhecido por ser sonhador, intuitivo e conectado a emoções
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Sete pontos separam Coritiba e Athletico-PR na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro Série B. Neste domingo (19/10), às 18h30, as duas equipes medem forças no Couto Pereira em clássico decisivo para as duas equipes.
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O Coxa é o líder da competição com 56 pontos e busca abrir a vantagem no clássico. Quem pode interromper a sequência é o Furacão. O rival possui 49 pontos e está na sétima posição. Se vencer, pode encostar no G-4 e seguir sonhando em disputar a elite em 2026. O Goiás, 4º colocado, soma 52 pontos até o momento.
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A maior rivalidade do estado do Paraná ganha um novo episódio neste final de semana. O favoritismo para o clássico pertence ao time verde e branco. No topo da tabela, a equipe comandada pelo técnico Mozart Santos tem 16 vitórias na temporada e pode chegar a marca de cinco jogos sem perder para o rival.
Por outro lado, o Athletico-PR não vence há três rodadas e pode perder posições na tabela se não conseguir pontuar diante do Coxa. O time treinado por Odair Hellman tem 14 tentos na campanha, mas segue em busca do acesso para a Série A.
Intimidade, recursos e fronteiras estarão em foco. Alinhe termos, defina limites e proteja o que já foi construído a dois. Uma conversa franca aprofundará a confiança e encerrará ruídos.
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Na vida prática, organize documentos e simplifique pagamentos. Se precisar, peça ajuda, dividir responsabilidades poderá ser um ato de maturidade. Quais signos sentem mais dificuldade para economizar?
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Os doze signos do zodíaco são constelações de estrelas que estão na mesma posição e são visíveis do planeta Terra ao longo de todo o ano
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O signo de Áries é conhecido pelo senso de liderança, autonomia e pioneirismo, assim como pela sua coragem e autoconfiança
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Os taurinos têm a terra como elemento e são conhecidos por gostar de aproveitar os prazeres da vida, como comer e dormir
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O signo de Gêmeos é comunicativo, sociável e inteligente
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Representado por um caranguejo, este signo pode ser mais reservado e cauteloso, protegendo suas emoções
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Embora ainda tenha os movimentos comprometidos, a pequena pernambucana Maria Luiza tem aprendido a dar as primeiras pedaladas no seu novo velotrol, o que parecia impossível há alguns meses. Ela tem um quadro grave de atrofia muscular espinhal (AME), a mesma doença causou a morte do irmão dela, Alberto, aos seis meses de idade.
A história da menina que acaba de completar 1 ano foi diferente da do irmão graças a uma dose do medicamento milionário Zolgensma. “Ela recuperou 60% dos movimentos depois do remédio”, diz Aline Maria, mãe da garota.
A costureira de 33 anos percebeu que algo estava errado com Maria Luiza quando a bebê tinha dois meses. As pernas da menina pararam de se mover e o diagnóstico de AME veio pouco depois.
Ao ouvir o resultado, Aline teve a mesma sensação do passado. “Foi muito difícil saber do caso dela, porque de imediato eu só pensava na perda, tive muito medo de perder minha filha”, conta.
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O medo de repetir a história marcou o início da busca por tratamento e por ajuda especializada em Pernambuco. A mãe recebeu apoio da ONG Donem, que auxilia famílias com doenças neuromusculares. Com ajuda da presidente da instituição, Suhellen Oliveira, Aline conseguiu levar a filha da zona rural até Recife. Lá, a criança passou por exames genéticos que confirmaram o diagnóstico.
A AME é uma condição genética rara que causa a degeneração dos neurônios motores. Esses neurônios controlam funções vitais como andar, respirar e engolir. Quando morrem, não se regeneram. A ausência do gene SMN1 impede o corpo de produzir uma proteína essencial à sobrevivência dessas células.
Maria Luiza recebeu o tratamento com Zolgensma. Apesar do preço elevado das doses, de até R$ 7 milhões no particular, o medicamento foi incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e chegou a Maria Luiza até mais rápido do que a mãe esperava, em apenas um mês.
O remédio foi aplicado no dia em que a bebê completou seis meses. Segundo o neurologista Felipe Franco da Graça, da Unicamp, o tratamento age ao inserir uma cópia saudável do gene SMN1 nas células, permitindo que elas retomem a produção da proteína e evitem a progressão da doença.
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Maria Luiza tomou o remédio aos seis meses
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Graças ao remédio. ela tem recuperado parte de seus movimentos
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Aline perdeu o primeiro filho para complicações da AME
Reprodução/Acervo pessoal
Segundo o neurologista, a AME tipo 1, que atinge Maria Luiza, apesar de ser a mais comum, é uma das mais graves por acometer bebês pouco após o nascimento. “Como a perda de neurônios motores é irreversível, cada dia conta. Quanto mais cedo o diagnóstico e a terapia, melhor o resultado”, afirma.
Apesar de ser aprovado para tratamentos de crianças com AME-1 até os 2 anos de idade, o Zolgensma foi incorporado ao SUS apenas para uso de pacientes com até 6 meses de idade. Uma consulta pública, a nº 80/2025, está aberta até o dia 21 de outubro para avaliar se a cobertura deve ser ampliada para pacientes menores de 2 anos. O medicamento é aplicado através de uma dose única de injeção na veia.
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Segundo o Ministério da Saúde, a Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença rara, genética e degenerativa que afeta as células nervosas da medula espinhal e prejudica a capacidade do corpo de produzir uma proteína necessária para a subsistência dos neurônios motores
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Quando afetado, o paciente passa a apresentar dificuldade de se locomover, de engolir, segurar a cabeça e respirar. Percebe ainda a perda da força muscular e dos movimentos voluntários
Ariel Skelley/ Getty Images
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A doença pode levar à morte nos primeiros anos de vida. Cerca de 90% dos pacientes com o problema morrem aos 2 anos
Oscar Wong
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A AME tem cinco tipos, chamados de 0, 1, 2, 3 e 4. O tipo 0 é diagnosticado quando há hipotonia profunda e insuficiência respiratória grave já no nascimento
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O tipo mais comum é o 1 e corresponde a 60% dos casos — os sintomas aparecem antes dos seis primeiros meses de vida, e a criança pode perder a capacidade de se movimentar ainda no primeiro ano, bem como a autonomia do sistema respiratório
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A forma intermediária da doença, chamada de tipo 2, é detectada quando há sintomas de fraqueza muscular progressiva em pacientes com idade entre os 6 e 18 meses. A criança consegue sentar sem apoio, porém, não consegue andar, apresenta problemas para engolir e dificuldade respiratória
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O tipo 3 da AME é diagnosticado quando os sintomas surgem após os 18 meses de idade. Neste caso, as pernas são mais gravemente afetadas do que os braços
Cavan Images
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A AME tipo 4 é uma das manifestações mais raras da doença. Ela começa a apresentar sintomas depois da segunda ou terceira década de vida e só representa 5% dos casos
Dennis Degnan
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Portanto, apesar de ser mais comum em bebês, a doença pode acometer indivíduos em diferentes faixas etárias. Os adultos com AME, por exemplo, não apresentam dificuldade respiratória ou de alimentação, mas têm problemas para caminhar, subir e descer escadas, se levantar e também têm reflexos musculares reduzidos
Hispanolistic
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A condição pode ser tratada com três medicamentos, que estão entre os remédios mais caros do mundo. No Brasil, depois de muita luta, dois deles foram aprovados para distribuição no Sistema Único de Saúde (SUS)
Myke Sena/Esp. Metrópoles
Efeitos do tratamento e sinais de esperança
Para a pequena Maria Luiza, em poucos dias, a melhora foi perceptível. “Ela havia perdido o controle da cabeça, mas com a medicação voltou a ter essa habilidade em uma semana. Hoje, além de controlar bem o pescoço, ela mexe as pernas e consegue se sentar sozinha”, relatou Aline. O ganho de força também reduziu a dificuldade respiratória.
Para Aline, ver a filha evoluir foi um alívio. “Costumo dizer que a Maria Luiza tem duas datas de nascimento: o dia em que nasceu e o dia em que recebeu o Zolgensma. Tenho gratidão por Deus e por todos que nos ajudaram.”
Após perder um filho e ver a recuperação de outro, Aline resume o aprendizado com simplicidade e fé. “Eu mudei muito, mas acima de tudo fortaleci a minha fé. Quando aceitei o diagnóstico e procurei ajuda, tudo passou a melhorar e a Maria Luiza me ensina todos os dias”, conclui.
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Odete Roitman não morreu? Alexandre Nero compartilha teoria sobre final de “Vale Tudo”
Alexandre Nero voltou a falar, neste sábado (18/10), sobre sua teoria para o final de “Vale Tudo”. De acordo com o intérprete de Marco Aurélio, o executivo conseguiu finalizar o plano de executar Odete Roitman. A versão contradiz o mostrado no último capítulo, exibido nesta sexta-feira (17/10), em que a vilã se recupera do tiro e escapa do país com a ajuda de Freitas.
O ex-secretário da TCA, interpretado por Luis Lobianco, é alvo de uma suposição ainda mais mirabolante por parte do ator. Para Nero, o funcionário maltratado, na verdade, sofria alguma espécie de doença neurológica, que o faria ter delírios psicóticos. Um dos frutos da imaginação seria a existência da tal “mãezinha”, além da própria morte da vilã.
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“Ela não está viva. O Marco Aurélio definitivamente a matou”, iniciou Nero, dando sequência à teoria: “Vamos esmiuçar o Freitas: alguém viu a mãezinha dele? Não. Por quê? Porque a mãezinha dele não existia. Ela já estava morta há muitos e muitos anos. Ele tem um retrato claro de delírios paraoicos. É um homem sozinho. E ele falava com a mãe, que não existia mais”.
Segundo o ator, até mesmo o romance de Freitas com o mordomo Eugênio seria fruto da imaginação do secretário: “Ele encontrou o Eugênio no karaokê. Depois desse dia, eles começaram a trocar mensagens. Fora o próprio Freitas, algum outro personagem o viu com o Eugênio? Não, porque ele está delirando. É paranoia, esquizofrenia”.
“Ele criou essa história de amor com o Eugênio, que nem sabe da existência dele. É tudo da mente do Freitas, personagem que tinha uma vida medíocre. Ele tinha também delírios persecutórios com o Marco Aurélio. Achava que tratava ele mal e era grosseiro com ele. Nunca foi. Então ele tinha uma vida triste, que ficava imaginando ali, sozinho”.
Até que os tais delírios teriam atingido a personagem de Debora Bloch: “Sabe o Clube da Luta, que tem aquele personagem protagonista que tem uma vida medíocre e de repente ele cria coisas. Então quem que o Freitas pensou que era amigo dele? Odete Roitman. De repente ele falou: ‘eu sou amigo da Odete Roitman’. E ele criou isso. Odete Roitman renasce das cinzas, levanta do túmulo, viaja e nunca mais aparece? Não”.
Sabrina Sato vira Madame dos Exageros e surge toda harmonizada em baile de Halloween
Sabrina Sato fez mistério sobre seu look para o Halloween Sephora 2025, mas chegou com tudo – e mais exagerada do que nunca. Para a sexta edição do evento, cujo tema é “A Máquina do Tempo” e acontece em São Paulo, a apresentadora virou Madame dos Exageros. A artista costuma ser uma das mais aguardadas da noite por investir em superproduções. Desta vez, ela optou por vestido bufante com espartilho, peruca estruturada e rosto harmonizado com uso de próteses.
Sobre a personagem, Sabrina explicou que ela veio das cortes francesas e é uma viajante do tempo que atravessa séculos para provar que o exagero não saiu de moda. “Na sua era, ela se escondia sob perucas monumentais, espartilhos que moldavam seu corpo e maquiagens exuberantes, que a transformavam cada dia numa personagem diferente. Tudo em busca da perfeição”, escreveu.
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Ainda sobre o conceito escolhido para a festa, a apresentadora contou que Madame dos Exageros reapareceu para provar que nada mudou. “Tudo é movido pelo mesmo desejo de caber em um ideal que nunca existiu. Transformando seu corpo e extrapolando limites para reforçar a mensagem tão atemporal: a beleza habita mesmo no imprevisto, no traço imperfeito, no que a gente se identifica mais profundamente”, refletiu.
Por fim, a mãe de Zoe compartilhou que exagerar é humano (e muitas vezes pode ser irresistível), mas perder a própria essência é o verdadeiro susto. O baile promovido pela marca de beleza contou com a presença de vários famosos, entre eles Bianca Andrade, Flávia Viana, Tati Machado, Mileide Mihaile, Amaury Lorenzo, GKay, Camila Pudim e João Gomes.
Em último show em SP, Gilberto Gil homenageia Preta Gil e recebe Roberto Carlos no palco
O cantor Gilberto Gil fez uma homenagem à filha, Preta Gil, durante seu último show em São Paulo, neste sábado (18/10). A artista morreu no dia 20 de julho, enquanto tratava um câncer colorretal, aos 50 anos. A apresentação no Allianz Parque foi a última na capital paulista da turnê “Tempo Rei”, que encerra a carreira do veterano.
No palco, o ídolo da MPB refletiu sobre materialidade após a morte: “Essa é uma questão que a humanidade ainda não resolveu propriamente, apesar de quase todas as religiões adotarem a ideia de que a vida continua lá em cima, enfim. Outros dizem até, no caso daqueles que não se comportaram muito bem na Terra, que continua por baixo”.
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Até que o discurso chegou à filha: “Mas enfim…. Pretinha, onde quer que esteja, ou não esteja, por já ter estado conosco, estará sempre conosco”. Após a homenagem, o público entoou o nome da filha do artista.
A apresentação também contou com a participação de Roberto Carlos, que se declarou para o amigo: “Não podia deixar de vir. Estar com você, Gil, nesse momento. Um prazer”. Os dois celebraram a parceria nos palcos com “Além do Horizonte”, “A Paz” e outros sucessos. Em outros shows da turnê, o veterano recebeu nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso, Marisa Monte, Lulu Santos e Seu Jorge.
“Tempo Rei” ainda tem apresentações previstas para Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife e Salvador. O encerramento será em 2026, em Belém.
