Em sua primeira visita oficial à Câmara Municipal de Rio Branco como prefeito, Alysson Bestene afirmou nesta terça-feira (7) que a gestão deve intensificar ações de infraestrutura nos bairros e dar continuidade ao processo de licitação do transporte coletivo da capital.
Ao falar sobre as expectativas à frente da prefeitura, o gestor destacou que o foco inicial está na recuperação de vias, principalmente neste período de transição do inverno para o verão amazônico.
“Já estamos indo em algumas ruas importantes, principalmente corredores de ônibus, e vamos intensificar essa atenção básica nas comunidades, tapando buracos e melhorando ruas de bairros e regionais de Rio Branco. Esse trabalho se intensifica com a chegada do verão”, afirmou.
Segundo ele, a estratégia foi planejada desde o início do ano e segue como prioridade da equipe. “Ontem tivemos a primeira reunião de alinhamento com toda a equipe, mantendo esse foco de chegar às comunidades mais distantes e às pessoas que mais precisam”, disse.
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Sobre o transporte público, Alysson reconheceu a complexidade do tema e afirmou que a prefeitura dará continuidade ao processo licitatório iniciado na gestão anterior. “Vai ter sequência esse trabalho. A gente tem uma comissão que vai acompanhar de perto todo o processo. Estamos fazendo reuniões internas para dar celeridade e minimizar os efeitos do transporte coletivo no dia a dia das pessoas”, declarou.
Reedição do edital de licitação do transporte público
A fala ocorre em meio à reedição do edital de licitação do transporte público de Rio Branco, anunciada ainda pelo prefeito Tião Bocalom. O novo modelo prevê contrato inicial de 10 anos, com possibilidade de prorrogação por mais uma década, além da manutenção da tarifa em R$ 3,50 para os usuários.
A proposta também altera a forma de remuneração das empresas, que deixarão de receber por passageiro transportado e passarão a ser pagas com base no quilômetro rodado. O valor inicial estipulado é de R$ 10,94 por quilômetro, calculado com base na tabela Geipot, referência nacional para custos do setor.
A prefeitura aposta que as mudanças tragam mais segurança jurídica e atraiam empresas interessadas em operar o sistema na capital acreana.
