17/08/2026

Pastora que agrediu entregador em MG é indiciada por três crimes

Polícia Civil de MG concluiu inquérito e indiciou Renata Kelly Vieira por lesão corporal, difamação e injúria.

Por Redação ContilNet
Investigação desmentiu tese de legítima defesa e apontou que Renata Kelly iniciou agressões físicas e ofensas virtuais contra o trabalhador.A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) finalizou o inquérito que apurava o episódio de violência envolvendo a pastora Renata Kelly Rocha Vieira e o entregador de móveis Luis Henrique Godzikowski de Souza, em Contagem (MG). No relatório concluído no domingo (16/8), a investigada foi indiciada pelos crimes de lesão corporal, difamação e injúria.De acordo com as informações apuradas pela jornalista Larissa Ricci para o portal METRÓPOLES, a polícia descartou a versão apresentada pela defesa da investigada."A análise de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas confirmou que a pastora iniciou as agressões, desmentindo a tese de legítima defesa ou motivação política por parte do entregador", destacou a repórter Larissa Ricci em apuração veiculada no METRÓPOLES.MORDIDAS, TAPAS E OFENSAS EM REDES SOCIAISConforme detalhado pela cobertura de Larissa Ricci no METRÓPOLES, o inquérito policial detalhou a sequência dos fatos ocorridos em 16 de julho:Agressões Físicas: A investigação comprovou que a indiciada desferiu três tapas no rosto do entregador, deu uma mordida na perna esquerda dele e arremessou uma pedra.Provas em Vídeo: Testemunhas e o zelador do condomínio confirmaram que o trabalhador não reagiu e buscou apenas se afastar das investidas.Ataques na Internet: Renata utilizou seu perfil com mais de um milhão de seguidores para proferir xingamentos como "bandido", "vagabundo" e "canalha", além de atacar a orientação sexual da vítima, o que aumentou a pena pelos crimes contra a honra.Penas Previstas: Segundo o advogado do entregador, a soma das penas em tese varia de 1 ano e 3 meses a 5 anos e 6 meses de detenção, cabendo a decisão final ao Poder Judiciário.Para acompanhar o andamento de processos e orientações sobre direitos e cidadania no Estado, o cidadão pode consultar o portal oficial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ou obter orientações jurídicas no site do Ministério Público de Minas Gerais.5. RESUMO DO INDICIAMENTO E CRIMES (TABELA)Confira a síntese do inquérito policial apurada por Larissa Ricci para o METRÓPOLES:Detalhes da InvestigaçãoInformações do InquéritoCrédito / FonteInvestigada / VítimaRenata Kelly Rocha Vieira / Luis Henrique Souza / Apuração: Larissa Ricci (Metrópoles)Larissa Ricci / MetrópolesCrimes IndiciadosLesão corporal, difamação e injúria (com causa de aumento pela internet)Larissa Ricci / MetrópolesLocal do FatoBairro Cabral, em Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte)Larissa Ricci / MetrópolesConclusão da PCMGAutoria inicial das agressões comprovada por vídeos e testemunhasLarissa Ricci / Metrópoles6. FAQ SEOQuais foram os crimes atribuídos à pastora pela Polícia Civil de MG?Renata Kelly foi indiciada por lesão corporal, difamação e injúria, com agravante de divulgação das ofensas em redes sociais.O entregador reagiu às agressões registradas em vídeo?Não. Depoimentos e imagens de segurança comprovaram que a vítima tentou apenas se afastar e não agrediu a investigada.

Investigação desmentiu tese de legítima defesa e apontou que Renata Kelly iniciou agressões físicas e ofensas virtuais contra o trabalhador.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) finalizou o inquérito que apurava o episódio de violência envolvendo a pastora Renata Kelly Rocha Vieira e o entregador de móveis Luis Henrique Godzikowski de Souza, em Contagem (MG). No relatório concluído no domingo (16/8), a investigada foi indiciada pelos crimes de lesão corporal, difamação e injúria.

De acordo com as informações apuradas pela jornalista Larissa Ricci para o portal METRÓPOLES, a polícia descartou a versão apresentada pela defesa da investigada.

“A análise de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas confirmou que a pastora iniciou as agressões, desmentindo a tese de legítima defesa ou motivação política por parte do entregador”, destacou a repórter Larissa Ricci em apuração veiculada no METRÓPOLES.

MORDIDAS, TAPAS E OFENSAS EM REDES SOCIAIS

Conforme detalhado pela cobertura de Larissa Ricci no METRÓPOLES, o inquérito policial detalhou a sequência dos fatos ocorridos em 16 de julho:

  • Agressões Físicas: A investigação comprovou que a indiciada desferiu três tapas no rosto do entregador, deu uma mordida na perna esquerda dele e arremessou uma pedra.

  • Provas em Vídeo: Testemunhas e o zelador do condomínio confirmaram que o trabalhador não reagiu e buscou apenas se afastar das investidas.

  • Ataques na Internet: Renata utilizou seu perfil com mais de um milhão de seguidores para proferir xingamentos como “bandido”, “vagabundo” e “canalha”, além de atacar a orientação sexual da vítima, o que aumentou a pena pelos crimes contra a honra.

  • Penas Previstas: Segundo o advogado do entregador, a soma das penas em tese varia de 1 ano e 3 meses a 5 anos e 6 meses de detenção, cabendo a decisão final ao Poder Judiciário.

Para acompanhar o andamento de processos e orientações sobre direitos e cidadania no Estado, o cidadão pode consultar o portal oficial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ou obter orientações jurídicas no site do Ministério Público de Minas Gerais.

Quais foram os crimes atribuídos à pastora pela Polícia Civil de MG?

Renata Kelly foi indiciada por lesão corporal, difamação e injúria, com agravante de divulgação das ofensas em redes sociais.

O entregador reagiu às agressões registradas em vídeo?

Não. Depoimentos e imagens de segurança comprovaram que a vítima tentou apenas se afastar e não agrediu a investigada.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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