A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou novos estudos clínicos com medicamentos experimentais desenvolvidos por empresas farmacêuticas nacionais e internacionais.
Entre as substâncias relacionadas está a lenbelintida, também identificada como AZD6234, da AstraZeneca. A agência deu anuência ao dossiê de desenvolvimento e a estudos específicos envolvendo o medicamento experimental.
A lista inclui ainda o zenagamtide, da Novo Nordisk; o MK-1045, da Merck Sharp & Dohme; o setidegrasib, da Astellas; e o risvutatug rezetecan, da GlaxoSmithKline.
A Eurofarma recebeu autorização para um estudo envolvendo a combinação de fumarato de formoterol e propionato de fluticasona. A Anvisa também analisou processos relacionados ao AZD0305, da AstraZeneca.
Outros atos tratam de alterações em protocolos de pesquisas com upadacitinibe e litifilimabe. Essas autorizações permitem o avanço das etapas de investigação previstas nos processos, mas não representam aprovação dos medicamentos para venda ou uso amplo no país.
Antes de chegar ao mercado, um produto experimental precisa apresentar evidências de qualidade, segurança e eficácia. O registro comercial depende de uma nova avaliação regulatória após a conclusão das pesquisas.
As autorizações constam na Resolução-RE nº 3.162, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13), na página 66.
