S.F.S., de 21 anos, foi presa por policiais da Força Tática do 2º BPM na noite desta quinta-feira (13), acusada de tráfico de drogas na Travessa Acerola, no bairro Santa Inês, em Rio Branco.
Segundo informações da Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento ostensivo tático quando foi acionada pelo COPOM para atender a uma denúncia de possível comercialização de entorpecentes em uma residência localizada nos fundos de uma mercearia.
De acordo com os policiais, o endereço já era conhecido por ocorrências anteriores relacionadas ao tráfico de drogas. Conforme o relato da equipe, em outras ações realizadas na região já haviam sido apreendidos entorpecentes, dinheiro e uma máquina de cartão em um imóvel localizado ao lado da residência denunciada, que atualmente estaria abandonado.
Ainda segundo a PM, o local também seria associado a uma liderança de organização criminosa conhecida pelo apelido de “Jhony”, além de apresentar intensa movimentação de pessoas supostamente envolvidas com o consumo de drogas.
Diante da denúncia, os militares foram até o endereço e entraram no imóvel abandonado localizado ao lado da residência indicada. Por meio de uma abertura existente no muro, os policiais teriam visualizado uma mulher arremessando uma sacola para dentro da casa.
Segundo a equipe, dentro da sacola havia material que aparentava ser entorpecente, além de dinheiro.
Os policiais deram ordem para que a mulher se apresentasse na frente da residência. Ela abriu o portão e foi abordada pelos militares.

Durante a abordagem, S.F.S. informou que estava na casa acompanhada de duas crianças e de sua irmã, que é cadeirante. Ainda conforme o relato policial, a mulher teria admitido que havia arremessado a sacola para dentro do imóvel abandonado na tentativa de se desfazer do material e evitar ser presa em flagrante.
De acordo com a polícia, a suspeita também teria admitido que estava realizando a comercialização de entorpecentes.
Diante dos fatos, S.F.S. recebeu voz de prisão, sob acusação do crime de tráfico de drogas. Ela foi encaminhada à Delegacia Especializada em Flagrantes (DEFLA), onde foi apresentada à autoridade policial competente para os procedimentos cabíveis.
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