Uma ação da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar terminou com a prisão de Kauã Douglas da Conceição Alves e a apreensão de uma adolescente de 17 anos, na tarde desta sexta-feira (14), durante uma ocorrência relacionada à suspeita de tráfico de drogas no bairro Boa Vista, em Rio Branco.
A abordagem aconteceu na Rua João Amâncio, após policiais receberem uma denúncia anônima apontando que uma residência localizada às margens de uma grota estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes.
Conforme o relato encaminhado à polícia, o imóvel já seria conhecido pelas forças de segurança por ocorrências anteriores envolvendo tráfico. A denúncia também indicava que duas pessoas estariam utilizando o endereço para vender drogas durante praticamente todo o dia, com revezamento no período da noite para atender usuários.
Com as informações em mãos, os militares foram até o endereço e fizeram a aproximação a pé. Ao chegarem nas proximidades da residência, que possuía apenas um cômodo, os policiais encontraram portas e janelas abertas e perceberam um forte odor característico de skank vindo do interior do imóvel.
Ao observarem o interior por uma das janelas, os agentes visualizaram duas pessoas e várias porções de uma substância semelhante a skank sobre uma cama.
Os policiais chamaram os ocupantes e, segundo o relato da ocorrência, Kauã teria tentado esconder parte do material. Após ser abordado, ele teria admitido que as substâncias encontradas eram skank, crack e cocaína. O suspeito também teria informado que não havia armas na residência.
Durante a revista, os policiais encontraram três trouxinhas de skank sobre a cama. Embaixo do móvel foram localizadas 17 trouxinhas semelhantes a crack, 21 porções de substância análoga a cocaína e cinco pinos contendo material semelhante a cocaína.
Além dos entorpecentes, a equipe apreendeu R$ 20 em dinheiro, dois celulares e dois relógios.
Kauã recebeu voz de prisão, enquanto a adolescente foi apreendida. Os dois foram conduzidos à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), juntamente com todo o material recolhido, para os procedimentos cabíveis.
A participação de cada envolvido na possível comercialização dos entorpecentes, bem como a origem dos objetos apreendidos, deverá ser esclarecida no decorrer da investigação policial.
