A morte do engenheiro eletricista Matheus Vicente Correia, de 24 anos, horas após o próprio casamento, ganhou novos desdobramentos e repercussão nacional. Isso porque familiares afirmam que a loja responsável pelo aluguel do terno do noivo teria cobrado uma multa de R$ 2,5 mil após a peça ser danificada durante as tentativas de reanimação.
O caso aconteceu em Goiânia, no último sábado (28). Segundo relatos da família, o terno foi danificado no momento em que pessoas tentavam socorrer Matheus logo após a cerimônia. Ao devolver a roupa, a loja teria informado que seria necessário arcar com o valor pelos danos.
A situação provocou forte reação e passou a circular nas redes sociais, com milhares de pessoas manifestando solidariedade à viúva, Ana Karolina Freitas. A família chegou a procurar a empresa para tentar resolver o caso, e, segundo a irmã do noivo, houve inicialmente a indicação de cobrança, com possibilidade de abatimento do valor já pago e parcelamento do restante.
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Após a repercussão, a empresa divulgou uma nota afirmando que não realizaria a cobrança. No posicionamento, a loja lamentou a morte do noivo e declarou que houve um mal-entendido, garantindo que não haveria qualquer custo relacionado ao traje.
Apesar da manifestação pública da empresa, familiares sustentam que a cobrança foi apresentada antes da repercussão do caso, o que ampliou a indignação em torno da situação.
Metrópoles
