A Câmara dos Deputados adiou a votação da Medida Provisória 1.303/2025, que previa a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de bancos e casas de apostas, as chamadas bets. O adiamento fez com que a MP perdesse a validade, pois, para valer de fato, ela precisava ser aprovada até o prazo final desta quarta-feira (8). Com isso, o governo deixou de arrecadar os R$ 17 bilhões estimados.
Entre os deputados federais do Acre, Antônia Lúcia (Republicanos), Coronel Ulysses (União Brasil), Eduardo Velloso (União Brasil), Roberto Duarte (Republicanos), Zezinho Barbary (PP) e Zé Adriano (PP) votaram pelo adiamento, que na prática derrubou a medida. Apenas Meire Serafim (União Brasil) se posicionou contra o adiamento, sendo a única deputada acreana a tentar aprovar a proposta do governo.
O que estava em jogo
A MP havia sido editada em junho e previa aumentar e criar impostos sobre algumas operações financeiras, incluindo bancos e apostas online. A oposição contestou a medida por atingir setores além das bets e por criar tributos onde antes havia isenção.
O texto chegou a ser aprovado na comissão mista por apenas um voto de diferença (13 a 12), mas no plenário o governo não conseguiu maioria: 251 deputados votaram pelo adiamento e 193 contra. A falta de consenso impediu que a MP fosse votada a tempo, levando à caducidade.
















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Guilherme Arana
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