O projeto de lei que destina parte dos recursos arrecadados com multas de trânsito para a formação de condutores de baixa renda também determina a obrigatoriedade de realização de exame toxicológico para primeira habilitação nas categorias “A” e “B”. O texto aguarda a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Atualmente, a exigência é somente para os condutores de categorias C, D e E, seja na primeira habilitação ou nas renovações. Agora, quem for tirar a primeira habilitação deverá apresentar o exame toxicológico negativo, a ser realizado em clínicas credenciadas pelo órgão de trânsito, com análise retrospectiva mínima de 90 dias.
Notícias relacionadas:
- Câmara aprova projeto que destina multas de trânsito ao custeio da CNH.
- Acidente em MG: advogado nega que CNH de motorista estivesse suspensa.
- Justiça bloqueia contas de 131 empresas ligadas ao golpe da CNH em SP.
O projeto permite que as clínicas médicas cadastradas para fazer exames de aptidão física e mental façam coleta de material para realização do exame toxicológico, a ser realizado em laboratório credenciado.
O exame é utilizado para a detecção de anfetaminas (anfetamina, metanfetamina, MDA, MDMA, anfepramona, femproporex), mandizol, canabinoides (Carboxy THC) e opiáceos (cocaína, benzoilecgonina, cocaetileno, norcocaína, opiáceos, morfina, codeína e heroína). A validade do exame toxicológico também é de 90 dias, contados a partir da data da coleta da amostra.
O projeto aprovado, de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE), prevê a destinação dos recursos obtidos com as multas de trânsito para garantir a gratuidade da formação para a habilitação de condutores de baixa renda.
Serão beneficiadas as pessoas de baixa renda que estejam no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
O custeio, previsto no projeto, abrangerá as taxas e demais despesas relativas ao processo de formação de condutores e ao documento de habilitação.
Atualmente, a legislação de trânsito prevê que os recursos provenientes de multas devem ser aplicados exclusivamente em sinalização, engenharia de tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.
Transferência
O projeto permite ainda a realização de transferência de veículos em plataforma eletrônica, com o contrato de compra e venda referendado por assinaturas digitais qualificadas ou avançadas. O texto diz que o processo poderá ocorrer junto a plataformas dos Detrans ou da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).
Neste último caso, o processo terá validade em todo o território nacional e deverá ser obrigatoriamente acatada pelos Detrans.
A assinatura eletrônica avançada dos contratos de compra e venda de veículos deve ser realizada por meio de plataforma de assinatura homologada por esses órgãos, conforme regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
2 imagens
Fechar modal.
1 de 2
2 de 2
A supermodelo Bella Hadid tem sido uma das principais influências do estilo western
Westerncore é uma tendência de moda que resgata e reinventa elementos do estilo cowboy, como botas, chapéus e franjas, com uma pegada contemporânea e urbana
O cinema western dos anos 1930 a 1960 ajudou a popularizar mundialmente o visual das botas de cowboy, eternizando-as como um ícone de moda
As botas podem trazer um toque de cor para um look all jeans
Também podem ser usadas com saias e vestidos
Combinam com bermudas jeans, outra tendência em alta
Originalmente associado a uma estética masculina, o chapéu de cowboy hoje é símbolo de empoderamento feminino, com muitas mulheres adotando-o para expressar força, estilo e personalidade — de cowgirls a supermodelos
O chapéu de cowboy é um dos principais elementos do estilo “Westerncore”, uma tendência de moda que mistura elementos do faroeste com o contemporâneo: botas, franjas, couro, jeans e, claro, o chapéu
Além dos clássicos tons terrosos e pretos, o chapéu de cowboy já foi reinterpretado em cores vibrantes, metálicas, com glitter, penas e outros adornos
O colete de alfaiataria, normalmente associado à formalidade, foi “ruralizado” no oeste americano, sendo combinado com camisas de linho, calças rústicas e botas
O colete de alfaiataria é elemento importante das tendências de moda “Western core” e “Cowboy Chic”, estilos que mesclam rusticidade e sofisticação
É usado tanto de forma tradicional quanto com toques modernos em looks urbanos e fashionistas
O maxi cinto com fivela grande tornou-se símbolo de identidade no universo western
O maxi cinto adiciona um ar rústico e poderoso ao visual
É usado para marcar a cintura e dar estrutura a looks, criando silhuetas poderosas tanto em trajes masculinos quanto femininos
7 imagens



Fechar modal.
1 de 7
2 de 7
3 de 7
4 de 7
5 de 7
6 de 7
7 de 7
(@frankmartins)
| Tiago leifert narrador.
6 imagens



Fechar modal.
1 de 6
2 de 6
3 de 6
4 de 6
5 de 6
6 de 6
6 imagens



Fechar modal.
1 de 6
2 de 6
3 de 6
4 de 6
5 de 6
6 de 6
2 imagens
Fechar modal.
1 de 2
2 de 2




























