O portal LeoDias teve acesso a imagens de câmeras de segurança que mostram Hungria chegando a uma distribuidora de bebidas em Vicente Pires, no Distrito Federal, e comprando uma garrafa às 22h desta quinta-feira (2/10). Minutos depois, o artista deixa o local levando o produto em uma sacola. Apesar de não ser possível ver o nome da distribuidora, a gravação ajuda a linha de investigação e reforça que a bebida consumida pelo rapper possa ter sido adulterada com metanol.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi informada do caso e instaurou inquérito para rastrear a origem do líquido e ouvir responsáveis pelo estabelecimento.
Veja as fotos
Hungria foi internado na manhã desta quinta (2/10) no Hospital DF Star, em Brasília, com cefaleia intensa, náuseas, vômitos, turvação visual e acidose metabólica, sinais clássicos de intoxicação por metanol, segundo boletim médico divulgado pela unidade. Familiares informaram que o quadro foi estabilizado e que o artista está fora de risco iminente, mas em investigação clínica e acompanhamento especializado.
Um amigo do cantor detalhou ao portal LeoDias sobre a noite em que ele passou mal. Às 6h desta quinta-feira (2/10), o rapper já estava sentindo dores e foi prontamente levado ao hospital DF Star.
A polícia deslocou equipes ao hospital e abriu procedimento para apurar a origem da possível contaminação. A agenda do cantor neste fim de semana foi cancelada.
Em paralelo, uma casa de shows onde o rapper se apresentou recentemente foi interditada em São Bernardo do Campo, em São Paulo, em meio à onda de fiscalização por bebidas “batizadas” no estado. O surto que já contabiliza 52 notificações e uma morte confirmada, com investigações em andamento, segundo autoridades paulistas.
O metanol é um álcool altamente tóxico: mesmo pequenas doses podem causar cegueira e morte. Os sintomas iniciais são dor de cabeça, náusea, vômito, visão turva e acidose, os mesmos descritos no boletim de Hungria.










































Mulher usando calçado da marca Sophia Webster em London
Os colegas de trabalho da atendente de marketing julgavam que o estilo de vida da mulher não combinava com os calçados usados pela mesma
Pessoa com tênis da Nike, em Milão
Um dos apelidos dado à atendente de telemarketing foi “dublê de rico”
A mulher reside em Minas Gerais, e além dos sapatos, sofria bullying por andar de táxi
Modelo desfilando em tênis do estilista Guido Maria Kretschmer
Pessoa com tênis de grife em Los Angeles
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Sapatos da Prada em Miami
Utilizar um sapato de grife não precisa ser um problema
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